
ÓDEO À ANA (sic)
Ana, Ana de Amsterdam
Não, de Lisboa, Ana Lisboa!
Tu sabes, Ana, da notícia de verão?
Foi para ti, moça, que a dona morte apontou.
Tu entras à sala e as mãos
Nas cadeiras, Ana, e tua tez
Enrugada (da face maculada)
já se curva ao século da pior
Maneira.
E as traças do tempo
(Ferozes às velhas em vão)
Já estão traçando tua pele
De cinza textura crepon.
Um comentário:
sauhsuahushuahsuahushauhsas......vc ama tanto a sua profª.......xDDD
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